Resumo

Na noite de 14 de outubro de 1948, em uma reunião da Mutual Uruguaya de
Futbolers Profesionales (MUFP), realizada na antiga sede da Asociación Española
Primera de Socorros Mutuos e com a presença de mais de 500 jogadores, foi aprovada
por unanimidade a entrada em greve. Suas reivindicações eram numerosas. Alguns
buscavam modificar o status contratual dos jogadores, já que os clubes se tornavam,
na prática, "proprietários" dos jogadores após a assinatura do contrato. Isso significava
que os dirigentes dos clubes decidiam se os jogadores jogariam, seriam vendidos ou
emprestados a outra equipe, independentemente de seus desejos. As reivindicações
dos jogadores também incluíam um aumento salarial.

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