A inclusão de crianças com TEA nas atividades físicas no Clube de Aventureiros na cidade de Manaus
Por Edineide Rodrigues dos Santos (Autor), João Otacílio Libardoni dos Santos (Autor), Soraya Souza da Silva (Autor), Juliana Camurça de Lima (Autor).
Em XXI Congresso de Ciências do Desporto e de Educação Física dos Países de Língua Portuguesa
Resumo
A inclusão de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nas atividades recreativas e cooperativas é essencial para o seu desenvolvimento integral, sua socialização, aprendizagem, sua participação e atuação na sociedade. Este trabalho é um relato de experiência, resultante da realização de atividades físicas recreativas e cooperativas em um Clube de Aventureiros na cidade de Manaus, no período de março a dezembro de 2024. O Clube de Aventureiros é um projeto da Igreja Adventista do Sétimo Dia, que atende crianças de 06 a 09 anos. O Clube desenvolve atividades pedagógicas, espirituais e atividades físicas. A questão que subsidiou a prática pedagógica foi: Como incluir crianças com TEA nas atividades físicas do Clube de Aventureiros X na cidade de Manaus? Para fundamentar o desenvolvimento das atividades utilizou-se abordagem qualitativa. Os procedimentos metodológicos pautaram-se na realização de atividades físicas recreativas e cooperativas, realizadas em duplas, pequenos e grandes grupos, envolvendo direção do Clube dos Aventureiros, rede familiar (pais das crianças) e aventureiros, dentre as atividades realizadas pode-se citarcorrente humana, pega-pega, coelho fora da toca adaptado, visita a museu, corre-corre macuxi adaptado, brincadeiras de roda, dinâmicas com músicas, vôlei com bola gigante para pais e filhos, quebra-cabeça, futebol em dupla, dentre outras. Assim, objetiva com esse relato apresentar o processo de inclusão das crianças com TEA nas atividades físicas do Clube de Aventureiros X na cidade de Manaus. Os resultados evidenciaram a relevância das atividades físicas recreativas e cooperativas no processo de inclusão,considerando maiores possibilidades da criança, do aventureiro com TEA de participar, brincar, aprender, interagir com os pares, pais, direção do clube. Constatou-se ainda uma maior aceitação, respeito e cuidado dos aventureiros típicos, da direção do clube e dos demais pais com as crianças com TEA