Resumo

A inclusão de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nas atividades recreativas e cooperativas é essencial para o seu desenvolvimento integral, sua socialização, aprendizagem, sua participação e atuação na sociedade. Este trabalho é um relato de experiência, resultante da realização de atividades físicas recreativas e cooperativas em um Clube de Aventureiros na cidade de Manaus, no período de março a dezembro de 2024. O Clube de Aventureiros é um projeto da Igreja Adventista do Sétimo Dia, que atende crianças de 06 a 09 anos. O Clube desenvolve atividades pedagógicas, espirituais e atividades físicas. A questão que subsidiou a prática pedagógica foi: Como incluir crianças com TEA nas atividades físicas do Clube de Aventureiros X na cidade de Manaus? Para fundamentar o desenvolvimento das atividades utilizou-se abordagem qualitativa. Os procedimentos metodológicos pautaram-se na realização de atividades físicas recreativas e cooperativas, realizadas em duplas, pequenos e grandes grupos, envolvendo direção do Clube dos Aventureiros, rede familiar (pais das crianças) e aventureiros, dentre as atividades realizadas pode-se citarcorrente humana, pega-pega, coelho fora da toca adaptado, visita a museu, corre-corre macuxi adaptado, brincadeiras de roda, dinâmicas com músicas, vôlei com bola gigante para pais e filhos, quebra-cabeça, futebol em dupla, dentre outras. Assim, objetiva com esse relato apresentar o processo de inclusão das crianças com TEA nas atividades físicas do Clube de Aventureiros X na cidade de Manaus. Os resultados evidenciaram a relevância das atividades físicas recreativas e cooperativas no processo de inclusão,considerando maiores possibilidades da criança, do aventureiro com TEA de participar, brincar, aprender, interagir com os pares, pais, direção do clube. Constatou-se ainda uma maior aceitação, respeito e cuidado dos aventureiros típicos, da direção do clube e dos demais pais com as crianças com TEA

Acessar