A influência do treinamento resistido na marcha de indivíduos com doença de parkinson
Por Antônio Wezaly de Oliveira Neto (Autor), Rodrigo Reymond de Melo e Silva (Autor), Laíse Margarida Malcher Lopes (Autor), Pâmela Oliveira Silva (Autor), Erik Artur Cortinhas Alves (Autor).
Resumo
Os indivíduos com Doença de Parkinson (DP) apresentam alta taxa de quedas, variando entre 39% e 68% (Schlenstedt et al., 2015). A perda de força dos membros inferiores, combinada com a instabilidade postural e congelamento da marcha, agrava esse cenário (Schlenstedt et al., 2015; Toole et al., 1996; Didio, 2016). Esses sintomas decorrem da degeneração dos neurônios dopaminérgicos na substância negra, o que causa tremores, rigidez e comprometimento do equilíbrio (Dickson; Grünewald, 2004; Rossi et al., 1996).