Resumo

Este estudo investigou como diferentes formas de posicionamento defensivo influenciam a frequência e a efetividade das transições ofensivas no futsal feminino universitário. Foram analisados seis jogos disputados entre 2024 e 2025 em competições oficiais do Amazonas. A partir da observação sistemática, registraram-se as transições ofensivas após a recuperação da posse de bola e os desfechos em finalizações e gols. Os resultados demonstraram que o posicionamento defensivo adiantado (marcação alta) gerou um volume maior de ações, com 42 transições ofensivas (média de 10,5 por jogo), resultando em 21 finalizações (13 ao alvo) e 7 gols. Em contrapartida, a marcação média/baixa apresentou indicadores inferiores, com 31 transições (média de 7,75 por jogo), que geraram 15 finalizações (8 ao alvo) e 5 gols. Os achados confirmam que a recuperação da posse em setores avançados aumenta significativamente as probabilidades de um ataque eficaz. No contexto universitário, tais resultados reforçam a importância da pressão defensiva como elemento determinante na construção do comportamento ofensivo, oferecendo subsídios para o planejamento tático de treinadores da modalidade

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