Aplicativos fitness em plataformas digitais: mapeamento e análise da realidades brasileira
Por João Euclides Mártires Silva (Autor), Alan Queiroz Da Costa (Autor).
Resumo
O lançamento do iPhone em 20072 marcou um novo ciclo de integração digital à vida cotidiana. No Brasil, estima-se que, em 2024, exista um smartphone por habitante, com uso preferencial em relação ao computador (MEIRELLES, 2023). Nesse contexto, os aplicativos se consolidaram como ferramentas essenciais, inclusive os voltados à saúde e ao fitness. Disponíveis nas plataformas App Store e Google Play, oferecem funcionalidades como monitoramento de treinos e práticas corpo-mente, como ioga e pilates (USP, 2015). Durante a pandemia da COVID-19, os downloads desses apps triplicaram em relação a 2018, chegando a mais de 13 milhões por ano (STATISTA, 2024), revelando uma nova demanda por cuidados com a saúde em casa. Estudos como os de Michie et al. (2009) destacam o uso de Técnicas de Mudança de Comportamento (TMCs) nesses aplicativos, como automonitoramento, definição de metas e feedback sobre desempenho, consideradas eficazes em diversas intervenções em saúde. Paganini et al. (2014) confirmam o uso amplo dessas técnicas nos apps fitness.