Resumo

Vulgarmente o cego para se deslocar aguarda ajuda. Será por menor capacidade física, maior ansiedade e stress ou por mero comodismo? Este facto levam-nos a colocar a hipótese de que o cego deveria apresentar maior frequêncía cardíaca'na locomocão de um trajecto quando o percorre sozinho do que quando o realizar com a ajuda de guia. Numa amostra de 21 cegos (14 rapazes, 6 raparigas) com a média de idade 30,6 anos, comparamos os valores da frequência cardíaca (FC) durante a execução de um trajecto com guia e sozinho. A frequência cardíaca foi registrada através do electrocardiograma transmitido por telemetria durante todo o percurso. O cálculo dos valores da FC fez-se batimento a batimento, com "software" apropriado ao reconhecimento dos picos da onda R seguido de revisão por operador experimentado. O valor médio da frequência cardíaca para o total da amostra 40 ВРM e sem guia 119.58PM. A diferenca de valores foi estatísticamente significativa (p=0,0003). A média dos valores do tempo do 395.0172 guia foi de diferença foi estatísticamente signigicativa (p =0,0001). No estudo daš variáveis sexo e cegucifa congenitae adquirida não encontramos diferenças significatívas para a FC e'tempo quando da execução dos trajectos com e sem guia.

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