Resumo

Este estudo qualitativo explora as percepções de educadores sobre como a educação física e o esporte influenciam o desenvolvimento de crianças com necessidades especiais. A pesquisa baseia-se em entrevistas semiestruturadas com 30 educadores (12 homens e 18 mulheres, com idades entre 25 e 50 anos) de instituições de educação especial em Istambul e Ancara. Os participantes foram selecionados por amostragem intencional para garantir uma representação diversificada de profissionais, incluindo professores de educação especial, especialistas em desenvolvimento infantil e terapeutas, todos com experiência no trabalho com crianças com Transtorno do Espectro Autista, Síndrome de Down, paralisia cerebral e deficiência intelectual. Os resultados revelam melhorias notáveis ​​nas habilidades motoras, interação social, regulação emocional e autoestima dessas crianças por meio da participação regular em atividades de educação física. No entanto, desafios significativos foram identificados, incluindo recursos inadequados, treinamento especializado limitado para educadores e dificuldades no planejamento de atividades inclusivas que atendam às diversas necessidades dos alunos. O estudo destaca a necessidade de maior investimento em programas de educação física adaptada, desenvolvimento profissional abrangente para educadores e recursos personalizados para criar ambientes de educação física mais inclusivos e eficazes. Essas mudanças são essenciais para maximizar os benefícios do desenvolvimento da educação física para crianças com necessidades especiais.

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