Resumo

Este estudo teve como objetivo examinar o estado atual das avaliações de aptidão física relacionadas à saúde em programas de educação física. O estudo foi realizado com o objetivo geral de conduzir uma análise abrangente do panorama atual referente às avaliações de aptidão física relacionadas à saúde em programas de educação física. Este estudo utilizou o delineamento de pesquisa quase-experimental, que, assim como os delineamentos experimentais, visa testar hipóteses causais. Tanto os ensaios clínicos randomizados (ECR) quanto os delineamentos quase-experimentais avaliam programas ou políticas como “intervenções”, avaliando o quão bem o tratamento – compreendendo os elementos do programa ou política – atinge seus objetivos com base em um conjunto de indicadores predeterminados. Os dados apresentados exploram as correlações entre várias métricas fisiológicas e de desempenho pós-exercício em uma amostra de 50 participantes. Correlações significativas nos níveis de 0,05 e 0,01 (bicaudal) são destacadas. A idade apresentou uma correlação positiva notável com o desempenho na primeira tentativa (r = 0,336, p < 0,05) e na segunda tentativa (r = 0,296, p < 0,05), indicando que os participantes mais velhos tendem a ter um desempenho melhor nessas tentativas. Os dados ressaltam as complexas inter-relações entre fatores demográficos, composição corporal, respostas fisiológicas e avaliações de desempenho. Os homens demonstraram maior produção de altura em comparação com as mulheres, e a altura média apresentou correlação negativa com o IMC. A relação entre força muscular e resistência é forte, embora apresente inconsistências na medição da frequência cardíaca. As associações entre a frequência cardíaca pré-exercício e a frequência cardíaca pós-exercício, e as correlações significativas da força muscular e da resistência, são bons exemplos para demonstrar as ligações entre as diferentes medidas de desempenho físico.

Acessar