Resumo

Neste ensaio, problematizo a construção do conceito de práticas corporais no campo da Educação Física em interface com a saúde a partir da filosofia da diferença, assumindo a Educação Física como plano de consistência. Demarco a proposição filosófico-epistemológica de Deleuze e Guattari e traço suas características centrais que permitem pensar o papel da filosofia na proposição de conceitos. No curso dos argumentos, apresento composições desta perspectiva, tais como rizoma, literatura menor, máquina abstrata e agenciamentos, na intenção de articular as práticas corporais nesses registros. Ao fim, teço considerações sobre os argumentos propostos e advogo que as práticas corporais constituem-se como uma “máquina de guerra” no planômeno da Educação Física em interface com o campo da saúde.

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