Resumo

O presente estudo teve por objetivo investigar a rejeição ou não de alunos de 1ª, 2ª e 3ª séries, do 2º grau, às aulas de Educação Física. Participaram 563 indivíduos, de ambos os sexos, matriculados em 3 escolas estaduais e 3 escolas particulares, da cidade de Campinas, estado de São Paulo, Brasil. A maioria dos alunos encontravam-se na faixa etária de 14 à 19 anos, sendo um aluno com 20, um com 21 e um com 23 anos. Foi realizado um projeto piloto, com questionário de perguntas abertas para as três séries do 2º grau de uma escola estadual. A partir das respostas obtidas, foram agrupadas categorias e elaborado um questionário-teste-exploratório. Este questionário foi aplicado em forma de sondagem, em uma escola particular, também para as três séries. Finalmente, foi aplicado o questionário definitivo nas seis escolas, sorteadas aleatoriamente. A analise estatística dos dados demonstrou que, aproximadamente 48% dos alunos, pertencentes ao estudo, são dispensados das aulas. Dos 52% restantes, ou seja que freqüentam as aulas de Educação Física, 40% as rejeitam e 60% as aceitam. Tanto para a aceitação como para a rejeição, foram encontradas dependências nas possíveis causas. A tendência evidenciada pela análise dos dados demonstrou haver uma grande preferência pelas aulas de caráter recreativo.

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