Resumo

O presente relato descreve uma experiência político-pedagógica que vislumbrou ampliar os sentidos e significados atribuídos aos esportes coletivos para estudantes de quatro turmas dos quintos anos do ensino fundamental de uma escola do interior de São Paulo. Com base nas argumentações majoritárias dos(as) estudantes, eles e elas estabeleciam a vivência e o desenvolvimento das habilidades características dos esportes coletivos hegemônicos como foco central nas aulas de Educação Física, sem quaisquer menções que trouxessem a reflexão e a problematização de questões sociais que perpassam essas práticas corporais. Portanto, o escopo foi ampliar essa visão reducionista e colonizada que perdura no contexto educativo, durante todo um quadrimestre letivo, por meio de experiencias com as práticas esportivas supracitadas, além de debates sobre temas que atravessam questões de gênero, inclusão, classe social, violência, bem estar e saúde, possibilitando primeiras tomadas de consciência e ampliação da leitura de mundo sobre as práticas desportivas.

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