Resumo

A qualidade de vida do idoso está fortemente associada à autonomia e independência e a prática regular de atividade física além de promover uma melhora das capacidades funcionais motoras, parece exercer efeito neuroprotetor nas funções neuropsicológicas, que também são necessárias na execução das atividades de vida diária. A proposta deste trabalho é comparar o desempenho de idosos sedentários e fisicamente ativos em testes neuropsicológicos. Trata-se de um estudo transversal com 32 idosos, 16 do grupo fisicamente ativo e 16 do grupo sedentário avaliados em fluência verbal, memória verbal, atenção, praxia, velocidade de processamento e humor. Os resultados mostraram desempenho significativamente melhor do grupo fisicamente ativo no humor (p=0,03) e na fluência verbal semântica (p=0,03).  O presente trabalho corrobora a premissa de que a atividade física no envelhecimento traz benefícios para a cognição, confirmando a importância da atividade física na promoção de saúde do idoso.

Acessar