Resumo

A racionalidade técnica ancorada no pensamento científico hegemônico e no modelo de saúde como ausência de doenças, há tempos, tem resultado na formação de profissionais desarticulada das necessidades populares. Em que pese a importância das habilidades instrumentais no cuidado em saúde, somente o saber-fazer, sem maiores reflexões frente à determinação social, parece não ser suficiente para mudanças efetivas e condizentes com os preceitos do Sistema Único de Saúde (SUS) (Cecim et al., 2008; Biscarde; Pereira-Santos; Silva, 2014).

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